Na quinta-feira, 10 de setembro de 2026, o Estadão descreveu a região da Santa Ifigênia cercada por quase mil agentes das polícias Civil, Militar e Penal, da Receita Estadual e de promotores do Gaeco. O alvo era a cadeia de compra, desmonte e revenda de celulares roubados e furtados. A reportagem chamou a ação de Operação Frank Mobile e disse que ela cumpria 84 mandados de busca em 12 cidades de São Paulo e Goiás, atingindo 39 suspeitos e 28 empresas e prédios usados como depósitos e laboratórios.
O iG, no mesmo dia, situou a deflagração após mais de dois anos de investigação, com mais de 1.700 agentes, 84 mandados de busca e sete mandados de prisão nos dois Estados, além de sequestro e bloqueio de bens acima de R$ 5 milhões. O veículo reproduziu trecho do Gaeco em que a Secretaria da Segurança Pública aponta a Santa Ifigênia como o maior foco de receptação e desbloqueio de celulares roubados e furtados do país. No núcleo de alteração técnica e revenda, o iG citou a Rua Santa Ifigênia e a Avenida Ipiranga.
Esta nota reproduz o que os dois veículos publicaram. Não atribui crime a loja regular da rua. Quem for à Santa Ifigênia pode conferir o movimento no local e consultar o diretório de lojas do portal.