PF faz operação contra venda de celulares importados sem imposto na Paraíba

Prédio de uma superintendência da Polícia Federal (imagem ilustrativa)
DAR7 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Operação Story Oculto cumpriu mandados em João Pessoa e Campina Grande, incluindo uma loja de venda e assistência técnica, contra a revenda de smartphones, notebooks e relógios sem tributos de importação.

Vitrine com smartphones à venda (imagem ilustrativa)
CHOADAICHONG MinuddR / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (16) a fase ostensiva da Operação Story Oculto, que investiga a compra, a distribuição e a revenda de eletrônicos estrangeiros que entraram no Brasil sem o pagamento dos impostos de importação. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em João Pessoa e Campina Grande, na Paraíba, segundo o PB Agora.

Entre os endereços visitados estão casas de investigados e uma loja que vende e faz assistência técnica de aparelhos eletrônicos. De acordo com a PF, a investigação encontrou indícios de revenda habitual de produtos de alto valor, principalmente smartphones, notebooks e relógios inteligentes. O grupo atuaria de forma coordenada na compra, no armazenamento, na divulgação e na venda dos aparelhos, usando a loja física, as redes sociais e serviços de entrega para atender clientes em várias cidades paraibanas, informou o Portal Correio.

Os crimes apurados, em tese, são associação criminosa e descaminho, que é a entrada de mercadoria estrangeira sem o recolhimento dos tributos devidos. Os agentes buscavam equipamentos, documentos e celulares que vão passar por perícia, e a PF diz que a investigação continua para identificar outros participantes e beneficiários do esquema, conforme o Polêmica Paraíba. Ninguém foi condenado até aqui, e os investigados têm direito à defesa.

O caso interessa diretamente aos lojistas da Santa Ifigênia, que vendem celulares e informática e muitas vezes anunciam pelo Instagram, pelo WhatsApp e por entregadores. Para quem trabalha com importados, guardar as notas fiscais de entrada, saber a origem de cada lote e oferecer apenas aparelhos homologados pela Anatel continua sendo a melhor forma de se proteger em uma fiscalização.

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Fontes

Notícias da Santa Ifigênia