iPhone Duo entra em pré-venda no Brasil por até R$ 31 mil; reparo chega a R$ 16,5 mil

Celulares dobráveis expostos em loja (imagem ilustrativa)
Matabalt / Wikimedia Commons (CC0)

Primeiro dobrável da Apple custa de R$ 21.999 a R$ 30.999, com entrega prevista para janeiro. Tabela da fabricante mostra conserto da tela interna por até R$ 10.989.

iPhone com a tela quebrada aguardando reparo (imagem ilustrativa)
Thilo Parg / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A pré-venda do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, começou no Brasil nesta sexta-feira (16), às 9h. Os preços vão de R$ 21.999, na versão de 256 GB, a R$ 30.999, na de 2 TB, com opções intermediárias de 512 GB (R$ 23.499) e 1 TB (R$ 26.499), parceláveis em até 12 vezes no site da fabricante, informou o TechTudo. O site observou que a cor branco-estrela chegou a esgotar meia hora depois da abertura, antes de a Apple repor as unidades. Para quem encomenda agora, a previsão de entrega é 22 de janeiro de 2027.

O aparelho abre como um livro e combina uma tela interna de 7,6 polegadas com um painel externo de 5,4 polegadas, ambos OLED de até 120 Hz. Tem chip A20 Pro, duas câmeras traseiras de 48 MP, corpo de titânio, leitor de digitais no botão lateral e pesa 254 gramas. Lá fora, a largada também foi animadora: as pré-vendas tiveram um início considerado robusto e trouxeram alívio aos investidores da Apple, segundo o Valor Econômico, com base na Dow Jones.

A manutenção é outro ponto de atenção. A tabela de preços estimados divulgada pela própria Apple, e publicada pelo TechTudo, vai de R$ 409 para danos na camada de cobertura a R$ 1.719 para o vidro traseiro e até R$ 10.989 para a tela interna. A troca de bateria sai por R$ 1.839, e a categoria de outros danos chega a R$ 16.499, quase o dobro dos R$ 8.559 cobrados na mesma categoria do iPhone 18 Pro. Para comparação, o Galaxy Z Fold 8, principal rival, estreou no Brasil por R$ 12.599 na versão de 256 GB.

Para as lojas e assistências técnicas da Santa Ifigênia, o lançamento deve aumentar a procura por capas, películas específicas para tela dobrável e carregadores USB-C mais potentes, já que a recarga rápida anunciada exige adaptador de 60 W ou mais, vendido à parte. Do lado do conserto, a tela dobrável usa componentes próprios e ainda novos no mercado, o que pede cautela com orçamentos e promessas de troca barata nos primeiros meses. Quem pensa em revender o aparelho deve exigir nota fiscal de origem e confirmar a regularidade de unidades trazidas do exterior.

Este texto foi produzido com apoio de automação e revisão de qualidade. Não substitui comunicado oficial.

Fontes

Notícias da Santa Ifigênia